Metodologia

No ato de criação do Programa de Avaliação Institucional (PAI) foi estabelecida uma Comissão Permanente de Avaliação Institucional (CPAI) que passou a se chamar, por força de lei, Comissão Própria de Avaliação (CPA), composta por representantes dos campi e da sociedade civil organizada. Essa comissão possui as seguintes atribuições:

O Programa de avaliação está focado principalmente nos cursos, os quais correspondem à menor unidade acadêmica do UNASP. Assim, iniciando pelos cursos de Graduação, deve expandir sua ação até abranger todos os processos acadêmicos da Instituição. Para conduzir a avaliação no curso, há uma Comissão Interna de Avaliação do Curso (CIAC), em cada curso, com as seguintes atribuições:

As CIAC atuam integradas à CPA e aos respectivos Colegiados do Curso, que recebem os relatórios, diagnósticos e sugestões emitidos pelas CIAC. No contexto da avaliação institucional, o Colegiado do curso possui as seguintes atribuições:

O PAI desenvolver-se-á nas seguintes etapas que serão repetidas periodicamente:

1ª Etapa: Sensibilização

É o momento em que os agentes que participarão do processo são conscientizados sobre a importância do programa bem como de sua participação responsável no mesmo.

Nesse momento também são relatadas aos discentes, docentes e demais agentes que participarão do processo, as ações decorrentes das avaliações anteriores.

2ª Etapa: Percepção da Realidade

Consiste no levantamento de dados, tomada de opinião dos agentes institucionais e produção de relatórios de dados.

Os dados previstos na estruturação do PAI, abrangendo as dez dimensões do SINAES, são obtidos diretamente dos cadastros, do banco de dados institucional e através de instrumentos desenvolvidos para se conhecer a opinião dos agentes envolvidos nos processos avaliados.

São gerados relatórios os quais são disponibilizados à comunidade acadêmica.

3ª Etapa: Avaliação Interna

Nesta etapa, as CIAC analisam os dados dos relatórios da avaliação institucional relacionados ao curso, além de relatórios governamentais (ENADE, Avaliação de Curso, Avaliação Institucional Externa, Censo, etc.), estabelecendo-se um diagnóstico expresso em relatórios analíticos e sugerindo ações acadêmicas e administrativas.

O Colegiado de Curso aprecia os relatórios da CIAC e decide sobre assuntos que sejam de sua competência e encaminha outros a órgãos superiores.

O Diretor Geral, com os Diretores de Graduação, de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão e Administrativo, analisa os relatórios dos diversos cursos, além de relatórios governamentais (Avaliação Institucional Externa, Censo, etc.) e decide sobre assuntos de sua competência, encaminhando outros a órgãos superiores.

A Reitoria analisa os relatórios gerados pela CPA e Diretorias Gerais de Campus, além de relatórios governamentais (Avaliação Institucional Externa, Censo, etc.), deliberando sobre assuntos de sua competência.

A CPA analisa os dados obtidos, os relatórios emitidos pelas CIAC e diretorias, os documentos institucionais, relatórios de avaliação externa e outros, produzindo um relatório de autoavaliação que abrange todas as dimensões, destacando através de recomendações os pontos em que há debilidades a serem superadas.

4ª Etapa: Avaliação Externa

Agentes externos analisam o processo realizado internamente, apontando possíveis distorções e apresentando recomendações.

A avaliação externa é realizada por uma comissão especial de acreditação do Departamento de Educação da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia – órgão central de administração da organização adventista e responsável pelo controle dos programas educacionais desenvolvidos por suas instituições de ensino em todo o mundo. Essa avaliação é realizada periodicamente, em intervalos determinados pelo parecer da Comissão Avaliadora.

5ª Etapa: Reavaliação

Os relatórios gerados pela avaliação externa são analisados e todo o processo de avaliação é avaliado pelos agentes institucionais.

Conforme está preconizado nas Diretrizes de Avaliação Institucional, o PAI é um programa de construção coletiva de modo que, para cada processo acadêmico avaliado, os agentes institucionais que desempenham funções em cada uma das dimensões avaliadas são chamados a participar, em reuniões de assembleia ou colegiado, indicando aspectos que devem ser avaliados e contribuindo para a construção de instrumentos adequados à caracterização dos aspectos sugeridos. Antes de sua utilização, os instrumentos são submetidos à apreciação dos agentes que os utilizarão para avaliar e pelos que serão avaliados, os quais sugerem alterações e homologam a sua utilização.

Concluídos os instrumentos, todos são chamados a participar do programa avaliando os agentes das demais dimensões daquele processo acadêmico. Sendo um processo dinâmico e interativo e de implantação gradual, após cada uma das duas primeiras etapas, deve haver uma análise e reflexão crítica sobre a sua execução.

O caráter quantitativo da Avaliação institucional se revela no mapeamento da realidade efetuado através da base de dados institucionais e da pesquisa objetiva de opinião dos agentes institucionais. A análise desse mapeamento indica os aspectos a serem compreendidos através de uma abordagem qualitativa.

Divulgação dos Resultados

Os relatórios de dados, após a primeira etapa, são encaminhados aos gestores, comissões internas de avaliação dos cursos, aos docentes e aos discentes, obedecendo à seguinte estrutura:

Gestores

Docentes

Relatório individual e personalizado com os dados referentes à:

Discentes

Os dados consolidados por campus, curso e turma e os relatórios emitidos pela CPA são disponibilizados a todos os agentes institucionais na página da Avaliação Institucional, no Portal da instituição.

Outras formas de divulgação e publicação podem ser adotadas pelos gestores.

Utilização dos Resultados

Compreendido como um instrumento de gestão administrativa, o Programa de Avaliação Institucional deve, através dos seus diagnósticos, identificar os processos acadêmicos que apresentam qualidade insuficiente, destacando-os daqueles que revelam um grau satisfatório de qualidade, e fornecer subsídios para o planejamento e definição de ações adequadas a cada situação. Os gestores institucionais devem estabelecer as estratégias de utilização das informações para a solução das dificuldades apontadas.

A permanência do PAI e a utilização contínua das informações geradas para a solução dos problemas identificados possibilitam a percepção do valor desse programa e, estimulando a participação dos agentes institucionais, contribuem para a construção de uma cultura avaliativa na instituição, para a consolidação dos seus valores e para a consecução de sua missão.

As CIACs e os Colegiados de curso analisam os dados e diagnósticos, propondo as ações acadêmico‐administrativas que estejam no âmbito de sua competência. Os discentes e docentes contribuem efetivamente através de sua representação nas comissões e órgãos colegiados.

As conclusões apresentadas são utilizadas para o estabelecimento de metas no planejamento institucional anual e, se necessário, fazer ajustes no Plano de Desenvolvimento Institucional, revisar e adequar os Projetos Pedagógicos dos Cursos, reorientar o Plano de Aperfeiçoamento Docente e o Programa de Atendimento ao Discente, entre outros.

A supervisão e acompanhamento da execução ou implantação das soluções e recomendações apresentadas nos relatórios são de competência dos gestores acadêmicos e administrativos.

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